Publicado em Março - 14 - 2010
Semana do Rato
- Biblioteca de NY vira refúgio durante a crise econômica; o artigo de Lúcia Guimarães (Estadão) conta que o número de visitas à biblioteca pública de Nova Iorque aumentou no último ano: foram 40 milhões de visitas em 2009, entre desempregados buscando auxílio para fazer o currículo, crianças cujos pais perderam acesso a babás e creches e pessoas que fazem empréstimos de livros físicos e digitais, ou os leem no confortável Rose Reading Room (veja o vídeo mostrando a sala).
O artigo traz uma entrevista com Paul LeClerc, diretor da Biblioteca, que discute a parceria com o Google para digitalização de obras em domínio público, o dilema da preservação da cultura daqui para a frente e o papel das bibliorecas em economias emergentes. Vale a pena ler! (via @Shoujofan, RT de @memoriaviva)
- Depois do Oscar, vem o Troféu PdUBT: a @lunaomi analisa os erros e acertos do tapete vermelho com o bom humor de sempre. Adorei o ‘troféu Origami’ e o ‘troféu Yacht Club’…
- Sniffing out bedbugs: cães são usados na localização e combate aos percevejos (bedbugs) em Nova Iorque; depois da proibição do uso de inseticidas como o DDT, os percevejos tornaram-se uma praga que infesta os imóveis novaiorquinos. Cães de abrigo treinados apresentam 96% de acerto na localização dos insetos.
Ao localizar um foco de infestação o cão dá o alerta, por exemplo batendo com a patinha no colchão. Os donos dos cães precisam assumir um compromisso não muito agradável: manter os percevejos em casa e deixar-se morder por eles de vez em quando, pois os bichos sobrevivem apenas por algum tempo alimantando-se de sangue humano. Um pequeno sacrifício que resulta em uma grande ajuda.
Além de percevejos, os cães treinados na J&K Canine Academy também localizam cupins, bombas e alguns tipos de câncer. (via @MotherNatureNet)

- Para rir (de nós mesmos): Tabela de equivalência de tempo na Internet (via @vitorhugobr) Como diz o Vitor, “Fala se não é verdade? No twitter é o que mais se vê, rs.” Também acho! (quem nunca disse “um segundinho!”?)

- Agora, falando sério: a @samegui escreveu um artigo muito interessante sobre a gravidez e o parto de cadeirantes; ao contrário do que se pode imaginar, a mulher cadeirante pode sim ter vida sexual ativa e ser mãe, mas é preciso tomar alguns cuidados especiais. Vale a pena ler.
- Por que um Big Mac custa mais caro do que uma salada nos EUA? o artigo do AlterNet mostra que os enormes subsídios oferecidos pelo governo norte-americano aos produtos de origem animal (carne, laticínios) e a falta dos mesmos subsídios para frutas e vegetais garantem o hambúrguer baratinho e dificultam o consumo de vegetais, que deveriam ser a base de uma dieta saudável. Não é a toa que os níveis de obesidade nos EUA são alarmantes. Mas esse não é o único problema causado pelos subsídios. Mais detalhes sobre esse assunto no meu artigo publicado no Alma Carioca, “Os subsídios agrícolas, o Big Mac e a salada”.

- Amigos lançam selo de livros e faturam R$ 220 mil com apenas uma obra: conheça a história dos amigos Alexandre Ottoni e Deive Pazos, que se uniram ao amigo e autor Eduardo Spohr para criar o selo editorial Nerdbooks em 2009. Com apenas um livro publicado, “A batalha do apocalipse”, o trio já faturou alto e tem recebido propostas de outros autores inciantes. Eles pretendem editar outros livros que tenham potencial de vendas dentro do nicho deles.
Leia a história completa no artigo de Marcus Vinicius Pileggi no site Pequenas Empresas, Grandes Negócios.

- Lembram daquele programa “Acredite se quiser”, apresentado pelo finado Jack Palance? o @fwtoogood (do blog Ideiafix) conta a história do criador do “believe it or not” original, Robert Ripley. As histórias são incríveis, não deixe de ver.
- Como homens e mulheres dão nomes diferentes às cores; gráfico engraçadinho do DogHouseDiaries; clique na figura para vê-la ampliada (via @AnaSimoes, RT de @brainpicker)

Um ótimo domingo a todos!!







