Publicado em Fevereiro - 26 - 2012

Semana do Rato

- Já atrasou seu relógio em uma hora? O horário de verão acabou ontem! :-)

Hoje é a cerimônia de premiação do Oscar, então temos vários links legais para você entrar no clima:

- Para quê serve o Oscar? Bruno Carmelo explica como funciona essa premiação e qual a sua importância para a indústria cinematográfica e para nós, reles mortais espectadores (fonte: Outras Palavras)

- 62 vestidos de vencedoras do Oscar de Melhor Atriz, num panorama interessante da moda ao longo de 80 anos de Oscar (fonte: Stylelist)

- Os gatos do Oscar (aham, estamos falando de felinos…) Artigo delicioso da Trinity Carolina no Tudo Gato

- ABCinema - vídeo de animação criado por Evan Seitz com referências de A a Z de filmes famosos. Quantos você consegue identificar? (fonte: Vimeo). Se quiser conferir o gabarito, veja aqui.

- Vergonha no Oscar - João Paulo Mauler lembra momentos embaraçosos e curiosos da festa da Academia (fonte: Fósforo)

E as resenhas da semana, com alguns indicados ao Oscar:

- Bruno Tasca comenta Os Descendentes, indicado a Melhor Filme e Melhor Ator (fonte: Luz, Câmera, Redação)

- Juliana Piesco fala sobre os pontos fortes e fracos de A Invenção de Hugo Cabret, indicado a Melhor Filme e Melhor Diretor (fonte: Fala Cultura)

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- Agora um assunto sério: o pequeno João Pedro, de oito anos,  nasceu com uma alteração genética e precisa de cuidados médicos constantes. Seus pais conseguiram na justiça o direito de receber assistência médica em casa, e uma empresa de enfermagem foi contratada. Como o garoto começou a ter hematomas frequentemente, os pais desconfiaram e instalaram câmeras, que flagaram os maus tratos ao garoto, feitos pela enfermeira.  A polícia de Viamão - RS está investigando o caso. Não dá para entender como uma suposta profissional agride uma criança dessa forma. Vamos continuar acompanhando o caso e divulgando, para que isso não fique impune. (fonte: Zero Hora)

- Before the Play - O pessoal do Baú do Stephen King traduziu o prólogo de O Iluminado. King escreveu um prólogo e um epílogo para a história, mas na época da publicação ambos foram retirados do livro, para reduzir custos. O prólogo foi depois publicado na revista Whispers em 1982. O conteúdo do epílogo é desconhecido até hoje.

- Barbies artísticas: a francesa Jocelyne Grivauld criou Barbies inspiradas em quadros, estátuas e ícones artísticos famosos. Lindas! (fonte: BemLegaus)

- Conheça uma iniciativa legal para ajudar a quem precisa e para praticar o desapego: a Esfera do Bem é um fórum onde você pode anunciar objetos de que precisa ou que quer doar. Os posts são marcados por cidade e fica fácil juntar quem está doando com quem precisa de doação. Conheça, divulgue e anuncie o que você não precisa mais e pode ser útil para alguém!

- E se você está pensando em ter um amiguinho peludo, visite o site Chic é Adotar. Lá você encontrará cães  resgatados de maus tratos e abandono, castrados, vacinados e prontinhos para adoção, com foto e contato com o protetor responsável por eles. O site foi organizado pela Lilian Rockenbach, e os animais estão em São Paulo e região.

“Adotar é um ato de amor e de responsabilidade. Todos os anos milhares de animais são descartados nas ruas, ou se perdem. Se não forem resgatados, morrerão em menos de um ano por fome, doenças, maus tratos, atropelamento etc.. Não existe cão de rua. Todos os animais que vivem nas ruas foram abandonados ou se perderam. Um filhote não sobrevive nas ruas até ficar adulto. Guarda responsável começa na adoção.”

Sou o Renê, 1 aninho, porte médio, me dou bem com outros cães. Me leva pra casa?

Sou o Renê, 1 aninho, porte médio, me dou bem com outros cães. Me leva pra casa?

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Mais cinema:

- O Paulo do Alma Carioca garimpou algumas preciosidades cinematográficas no You Tube e organizou os vídeos com os filmes completos. Confira os links e assista Titanic, Chico Xavier, Bambi, Forrest Gump, Horizonte Perdido e muitos outros filmes.

- Resenhas de filmes premiados com o Oscar, aqui no Rato: A Origem, Forrest Gump, O Silêncio dos Inocentes, Ray, My Fair Lady, Entre Dois Amores, A Lista de Schindler

- Nevermind, do Nirvana, analisado música por música por Juliana Piesco (Fala Cultura)

- Momento TOC - Lá vem a Chuva. A Kaká lembra de diversas músicas que falam de chuva. Boas lembranças, com Beatles, Gene Kelly, B J THomas, Mika e até The Weather Girls!  (Caderninho da Tia Helo)

Adotável em Destaque

A peluda linda de hoje é a Rubi. Esta garota já conheceu a maldade do ser humano, foi resgatada com uma grande queimadura nas costas e após um longo tratamento, hoje está recuperada e aguardando adoção. Mas como ela é vira lata e pretinha, tem gente que não quer adotá-la. Pode isso? Tenho dois vira-latas pretinhos e são as criaturas mais fofas e carinhosas que já vi. Recomendo! Rubi é dócil, carinhosa, de porte pequeno e já está castrada. Quem quer adotar esta foquinha linda?

Para ver mais fotos da Rubi, desde o resgate, tratamento e recuperação, veja o álbum de fotos no Facebook (fotos fortes).  Se quiser adotá-la, entre em contato com a Alessandra Egydio (alessandraegydio@ig.com.br) ou o Alessandro Desco (alessandrodesco@gmail.com). A Rubi está em São Paulo.

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Bom domingo!

Publicado em Janeiro - 13 - 2012

Uma história de abandono com final feliz

Li este artigo no site Care2 em abril de 2011 e fiquei muito emocionada; guardei o link nos favoritos, pensando em traduzi-lo e publicar, pois a história é muito bonita. Ao organizar meus links, reencontrei o artigo e aqui está a tradução. Preparem os lencinhos!

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Cão marcado como “PRÓXIMO” para morrer recebe uma visita surpresa

(Artigo de Laura Simpson, publicado em 19/04/2011 no site Care2 - tradução de Cristine Martin)

The Great Animal Rescue Chase está emocionado em apresentar esta história extraordinária de como os atos mais simples de amor podem resultar nos presentes mais espantosos. O que acontece quando alguém para para olhar um cão sem nome em um abrigo, cuja única identificação é que ele é o “próximo” a ser eutanasiado? Esta é uma história que você não vai esquecer tão cedo.

De Karen Gleason, de New Hampshire

Minha cadela Abby havia falecido recentemente e meu outro cão resgatado, Copper, estava tão triste quanto eu. Ele não queria comer nem brincar no jardim sem a companhia dela. Levei Copper comigo para visitar abrigos e canis durante algumas semanas. Olhei em muitos pares de olhos tristes, mas nenhum havia me tocado o coração, ainda.

Em uma manhã de sábado, tínhamos menos de uma hora antes de sair para o casamento de um amigo, mas meu marido e eu paramos em um abrigo na cidade vizinha. Enquanto ele olhava os cães das primeiras gaiolas, fui imediatamente até o final do corredor, sem saber o motivo. Olhei na última gaiola, e avistei Ben pela primeira vez. Não consegui dizer que tipo de cão ele era, mas era muito grande (cerca de 40 kg), estava encolhido no canto dos fundos e tremendo. Seu pelo preto estava cheio de nós que formavam ‘dreads’ em todo o seu corpo. Seus cotovelos estavam cobertos de feridas grossas e secas. Olhei a plaquinha de identificação para ver se havia mais alguma informação, mas ao lado do nome só havia uma palavra: PRÓXIMO.

Ele era ‘inadotável’?

Peguei uma guia, retirei-o delicadamente da gaiola e o levei até o funcionário de plantão. Meu marido me olhou, imaginando o que eu estava fazendo, mas ele me conhecia muito bem para saber o que se passava em minha cabeça. O homem explicou que Ben estava ali há três dias, mas isso era o suficiente para que soubessem que ele não seria adotado. Ele seria morto naquela tarde, pois certamente não conseguiria um lar, não importando por quanto tempo ficasse lá.

Ele disse que o cão foi abandonado pelo antigo dono porque era “um aborrecimento” e tinha cerca de um ano e meio. O homem achava que era uma mistura de Irish Setter e Labrador preto.

Fui conversar com Copper. Ele não foi muito receptivo com nenhum dos possíveis irmãos ou irmãs que eu lhe havia apresentado.  Olhei em seus olhos e pedi que desse uma chance a este cão, pois ele precisava muito ir para casa conosco. Copper concordou e abanou o rabo em aprovação.

O amor que compartilhamos… não tem preço

Eu disse ao homem no balcão que levaria o cão. Ele perguntou se eu tinha certeza que queria aquele. Eu pedi ao meu marido que pagasse a taxa de 35 dólares para adoção, e fomos para casa.

O Ben tinha bons pulmões. Ele sorriu e ofegou durante todo o caminho até em casa. Depois do banho, como não conseguimos desembaraçar os nós, a maior parte do pelo teve de ser raspada.

Ele passou os próximos 12 anos conosco me fazendo companhia, cuidando de mim quando eu estive doente, acompanhando-nos em ótimas aventuras e mostrando sua gratidão por o termos levado para casa naquele dia. Copper e ele se tornaram bons amigos. Em doze anos Ben nunca pediu nada além de estar ao meu lado. Estou certa que os cães são as criaturas de Deus mais nobres e leais. Não tenho dúvidas de que não salvei Ben nem nenhum dos outros. Eu é que fui salva.

A imagem acima é uma das preferidas de Karen e mostra sua filha Bailey com Ben. Veja mais fotos de Ben aqui.

Você já ajudou um animal?

Às vezes isso é tão fácil quanto ajudar uma tartaruga a atravessar a estrada. Ou quem sabe cuidar de um passarinho com a asa quebrada. Seja qual for seu ato de bondade, queremos saber como foi. Participe dos eventos de The Great Animal Rescue Chase em todo o mundo para ajudar os amantes de animais a salvar mais vidas. Visite nosso site e compartilhe a história e as fotos do seu resgate. Você nunca sabe quem poderá ser inspirado por elas!

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Esta história inspiradora mostra um final feliz para um dos inúmeros casos de abandono de animais, o que não é ‘privilégio’ dos americanos. Aqui no Brasil milhares de cães e gatos são abandonados todos os anos, especialmente durante as festas de final de ano e nas férias.

Nunca é demais lembrar que não existe cão de rua; eles foram abandonados ou se perderam, sofrem muito com a fome, sede, atropelamento e maus tratos, ficam doentes, e os filhotes não conseguem sobreviver até a idade adulta.

Ben teve sorte, e foi salvo na “hora H”; infelizmente muitos não têm essa sorte, e esperam anos em abrigos e CCZs pela adoção, que às vezes nunca chega.

A adoção (de animais e, por que não, de pessoas também) nunca deve ser feita por dó ou caridade; ela é um compromisso de amor, para a vida toda. É assumir a responsabilidade por outra vida, que depende completamente de você. Se está pensando em ter um animal, não compre, adote. Além de não contribuir para as criações de fundo de quintal, você estará dando uma nova chance a um animal e abrirá espaço para que outro possa ser resgatado.

Em todas as cidades há CCZs, canis municipais, abrigos, ONGs e protetores independentes com animais disponíveis para adoção. Informe-se, e siga o seu coração.

(Artigo originalmente publicado no Alma Carioca em 04/01/2012)

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Onde adotar um animal:

- Bicho de Rua (Porto Alegre)

- Adote um Gatinho (SP)

- Adote Já (Mogi das Cruzes- SP)

- Cão Sem Dono (SP)

- ABEAC (SP)

- Santuário Pit Bull (SP)

- Adotacão (anúncios de animais para adoção em todo o país)

- Adote um Gatinho (Rio de Janeiro)

- Onde adotar animais em Fortaleza - CE

- SOS Bichos (Pouso Alegre - MG)

- ABPA (Salvador - BA)

ou procure o CCZ ou canil municipal em sua cidade; você também pode acolher um cão que esteja abandonado na rua. Pense nisso!

Publicado em Agosto - 31 - 2010

Blog Day 2010

Nem lembrava que hoje é o Blog Day (além do Dia da Nutricionista, parabéns para mim, epa, esquece), mas graças ao Frank (obrigada pela indicação!) e à Naomi, vim aqui fazer minha listinha.

O Blog Day foi criado para divulgar blogs de outros países e/ou outras áreas de interesse. No dia 31 de agosto os blogueiros recomendarão novos blogs a seus visitantes, que poderão ampliar sua “rede de leituras bloguísticas” e conhecer novos blogs. Mais informações aqui.

BlogDay instruções:

(copiado da Naomi, senquis, flor!)

1. Liste cinco novos Blogs que você ache interessantes.
2. Escreva uma breve descrição dos Blogs indicados e adicione o respectivo link.
3. Notifique por email esses cinco bloggers de que serão recomendados por você no BlogDay 2010.
4. Publique no BlogDay (no dia 31 de Agosto) esse post.
5. Junte a tag do BlogDay usando este link:
http://technorati.com/tag/BlogDay2010 um link para o site do BlogDay: http://www.blogday.org

Vou fazer como o Frank e indicar blogs de temas diversos e, claro, que visito e gosto. E os cinco blogs (em ordem alfabética) que o Rato recomenda este ano são:

Alma Carioca

Este é um blog/portal de literatura e cultura  do qual tenho o prazer de participar. Criado e administrado por Paulo Afonso Teixeira, o conteúdo do blog é criado pelos colaboradores, e traz contos, crônicas, poemas, artigos de opinião sobre os mais diversos assuntos contemporâneos, vídeos de músicas, análise de filmes, resenhas de livros, enfim, de tudo um pouco. O blog conta também com a colaboração de João Ubaldo Ribeiro, cujas crônicas semanais são publicadas lá.

Além da riqueza e variedade do conteúdo, um aspecto gostoso do blog é a interação entre os autores e os leitores, nos comentários. Ali se discutem ideias, se criticam textos, nascem amizades. Com atualizações diárias e diversos textos novos todo dia, vale a pena visitá-lo diariamente.

Essas mulheres começam a fazer uso de argolas no pescoço após completarem cinco anos de idade, quando é posto o primeiro aro, numa cerimônia realizada durante a lua-cheia. À medida que crescem, as meninas vão tendo seus aros trocados por outros maiores, até atingirem 18 anos. Cada troca exige um ritual, quando uma curandeira massageia delicadamente o pescoço da garota. Os colares são colocados até atingir o número de vinte e cinco, por volta dos 25 anos de idade. Os aros não são tirados nem mesmo para dormir, tendo elas de dormir com travesseiros, para não machucarem o pescoço.

Os Padaung acham que a beleza da mulher é proporcional ao comprimento de seu pescoço. E, para que ele cresça cada vez mais, aros são ali colocados, ainda na infância, de modo que na idade matrimonial, as mulheres já possuam uma distância entre a cabeça e os ombros, entre 25 e 30 centímetros. Elas também usam aros nos pulsos e tornozelos, para que afinem. (texto de Lu Dias)

Baxt

Leio o blog da Barbara Axt há algum tempo. Ela não escreve sempre, mas quando o faz, vale a pena ler. Os assuntos são variados, e sempre com a opinião e o ponto de vista dela, que são divertidos, críticos e sensatos. Nos últimos posts o assunto é o Jonas, que acabou de nascer. E não podia ser diferente, né?

Ficar em casa e cuidar de filhos já foi a única opção de uma mulher. Depois passou a ser uma não-opção, praticamente uma coisa proibida (mulher tem que trabalhar, expandir os horizontes, bla bla bla). Para a maior parte das mulheres do mundo provavelmente a coisa continua não sendo opcional: mulheres pobres têm que trabalhar porque senão ninguém em casa come. Mulheres de certos países muçulmanos conservadores têm que ficar em casa e ponto.

Mas no final das contas, apesar de algumas feministas burras acharem que é um retrocesso a mulher ficar em casa depois de ter filho, as feministas esclarecidas sabem que o objetivo final de toda essa briga é dar às mulheres a OPÇÃO. E para um tanto de privilegiadas, é possível escolher o que fazer. E eu, por sorte, tenho a opção (na medida do possível).

Cachorro Verde

O blog da Sylvia Angélico traz tudo sobre a alimentação natural para cães. E o que é isso? Oferecer , em vez das rações industrisalizadas, dietas caseiras compostas de alimentos crus ou cozidos, balanceada e adequada às necessidades nutricionais do cão. Além das dietas e receitas, o blog tem artigos sobre acupuntura, cuidados com o animal, e muito mais. Acho a ideia interessante e válida, e apesar de ainda alimentar a Nina com ração, estou  considerando a alternativa. Para quem tem cães, é um bom blog a se visitar.

Quase duas décadas de existência pode parecer pouco para uma experiência alimentar tão fora dos padrões, não é mesmo? Mas se você parar para pensar, canídeos e felídeos se alimentam de carnes e ossos crus há milênios! E nossos cães e gatos nada mais são do que réplicas domésticas desses ancestrais – tão geneticamente idênticos, que cães, por exemplo, podem se reproduzir com lobos e gerar filhotes férteis.

O modelo natural equipou os cães e os gatos com todas as ferramentas morfológicas e metabólicas necessárias para o consumo de carnes, ossos e outros alimentos in natura. Faz muito mais sentido, portanto, oferecer a eles uma alimentação o mais próxima possível daquilo que eles encontrariam na Natureza.

O Fio da Meada

A Silmara Franco escreve pequenos contos e crônicas, sempre com muita poesia, um olhar diferente sobre as coisas do cotidiano, e que nos fazem pensar. Silmara escreve sobre assuntos tão diferentes entre si como a vontade de largar tudo, um tapa recebido na infância, as birras entre casais, trocar de bolsa, mamão papaya. E todos se transformam em suas mãos de escritora.

Assim como teme gastar o móvel que comprou, o sujeito que faz isso – não raro, mulher, como a da história – receia gastar a vida. Usa, mas não abusa. Nunca deita, muito menos rola. Está sempre com um anteparo entre si e a diversão, o risco, a aventura. Teme contato e relacionamento, ainda que com um estofado. Jamais vive, plenamente, o que conquistou. Não quer a mortalidade nem para si, nem para aquilo que o cerca. Não sabe que tudo carece envelhecer. É econômico, dos produtos de limpeza às sensações. Está protegido.

Rainha Vermelha

O blog de Átila Iamarino fala sobre ciência, mas vai além, explicando fatos do cotidiano, o comportamento humano, curiosidades e humor, tudo sob o ponto de vsita científico. Os textos são sérios e também divertidos, e as informações encontradas no blog são precisas; afinal, ele é biólogo e doutorando em evolução do HIV-1.

Antes de tudo, preciso concordar com ele em um ponto. Realmente, o incêndio é puro fruto de negligência. E é uma situação generalizada, são vários os museus biológicos no Brasil (e outros acervos) que estão em situação precária e à beira de um desastre. Para entender melhor isso, ouça com muito carinho nosso podcast Dispersando especial sobre o tema. - Vocês não sabem o orgulho que dá poder apontar um podcast nosso sobre o tema. - Não há justificativa, vem reserva técnica, vai reserva técnica e ninguém investiu no básico, infra-estrutura.

Mas meu ponto é outro. Tenho problemas com esta maldita dicotomia vacinas ou cobras.

Munido da imunidade senil, que sinceramente invejo, Isaias Raw usou o argumento de último apelo, o “como você pode fazer isso enquanto crianças passam fome?” que responde nada e impossibilita qualquer discussão. Como assim o Brasil vai sediar a Copa, enquanto tem gente passando fome? Por que querem curar o câncer, enquanto tem gente passando fome? Por que atravessar a rua, enquanto tem gente passando fome? No caso dele, substitua passando fome por precisando de vacina.

Outros blogs participantes do Blog Day 2010:

Batata Transgênica (Naomi)

IdeiaFix (Frank)

Coruja em teto de zinco quente (Lulu)

Terracota Blog (meu outro blog)

Happy Batatinha (Tábata)

Laurices (Laura)

Publicado em Março - 26 - 2010

O que torna as sociedades mais felizes e saudáveis?

(artigo publicado no Alma Carioca em 24/03/2010)

O que tem maior impacto no nível de felicidade de uma sociedade? Se você pensou que é a riqueza, está enganado.

O epidemiologista britânico Richard Wilkinson estuda há algumas décadas por que algumas sociedades são mais saudáveis que outras. Ele descobriu que o que torna uma sociedade saudável não é o que ela tem a mais que outras - mais renda, mais educação, mais riqueza - mas a igualdade na distribuição dos bens.

Ele também constatou que muitos problemas sociais, desde doenças mentais ao abuso de drogas, são piores em sociedades desiguais. Os efeitos dessa desigualdade também incluem a diminuição da confiança, o aumento de doenças e a ansiedade, que encoraja o consumo excessivo.

Por outro lado, sociedades com menores diferenças entre ricos e pobres, ou seja, menor desigualdade social,  são mais resilientes e seus membros têm vidas mais longas e felizes.

(foto do blog Desigualdade Social, de Bárbara Pacheco)

(foto do blog Desigualdade Social, de Bárbara Pacheco)

Ao analisar e comparar as sociedades, Wilkinson observou os índices de problemas como expectativa de vida, doenças mentais, gravidez na adolescência, violência, a porcentagem da população que está em prisões e uso de drogas. Esses índices eram  muito piores em países com alta desigualdade social. A renda per capita não tem muito efeito nas previsões da taxa de mortalidade de um país, mas a distribuição de renda sim. Em países desiguais, esses problemas aumentam de dez a doze vezes que em países com maior igualdade.

O curioso é que sempre pensamos nesses problemas como ligados à pobreza. Wilkinson mostra que eles estão ligados não à renda, mas à estratificação da renda. Essa é uma ideia que a maioria de nós já tinha, intuitivamente - pensávamos que a concentração de renda era um fator pernicioso - e agora sabemos que isso é verdade.

Wilkinson lembra de um psiquiatra de prisão que passou 25 anos conversando com homens muito violentos, e disse que ainda não vira um ato de violência que não tivesse sido causado por desrespeito, humilhação ou perda da dignidade. Esses fatores desencadeiam a violência e são mais intensos em sociedades desiguais, onde o status e a competição são intensificados e somos mais sensíveis a julgamentos sociais.

Os efeitos psicossociais da desigualdade são os maiores fatores de estresse. Somos seres sociais, e o ambiente e os relacionamentos sociais nos afetam em grande escala. A competição e a ansiedade para manter o padrão social que (acreditamos que) esperam de nós causam grande estresse e levam a dívidas. Isso faz que as pessoas trabalhem mais,  consumam mais (o que consumimos mostra quem somos, ou assim pensam as pessoas), e isso torna-se um círculo vicioso que cada vez mais diminui a sensação de felicidade e prejudica os relacionamentos. Nunca é o suficiente.

Outra consequência da desigualdade sobre os relacionamentos é que ela cria uma hierarquia social baseada no poder - e o que o acompanha: status, riqueza, acesso privilegiado a recursos. E essa hierarquia é um potencial para conflitos. Felizmente, ao mesmo tempo em que somos animais sociais, sujeitos a essas consequências da desigualdade, também temos o potencial para o amor, aprendizado e cooperação. Podemos anular esse potencial para conflitos através da participação, compartilhamento e generosidade, não só no sentido material.

Entre os países ricos com maior igualdade estão o Japão e a Suécia. Esta última tem grandes diferenças salariais, que são redistribuídos através de impostos e benefícios. O país tem uma grande taxa de assistência social pelo estado, que cuida da assistência médica, educação, seguridade social e seguro desemprego. Por outro lado, o Japão tem menos diferenças salariais, faz muito menos redistribuição e não tem grandes gastos sociais. Ambos os países vão muito bem; estão entre os países com maior igualdade e os resultados sociais são muito positivos.

Mas uma sociedade não pode depender apenas dessas medidas para garantir a felicidade, pois elas estão ao sabor dos governos e da política. A estrutura de igualdade deve estar profundamente enraizada na sociedade. Empresas amigáveis, com participação dos funcionários, cooperativas, transparência na contabilidade, geram maior produtividade e funcionários mais felizes.

Essa sensação de igualdade também se reflete em outras áreas, como a sustentabilidade. Os índices de reciclagem, a diminuição do consumo, o consumo consciente, vêm da sensação de estar colaborando para o bem comum. E isso é mais frequente em sociedades saudáveis e com maior igualdade.

Um bom exemplo de sociedade saudável e feliz é o Butão, a democracia mais jovem do mundo. Na verdade, o pequeno país asiático tem o índice de “Felicidade Interna Bruta” (FIB), que guia a política do Butão e seu modelo de desenvolvimento. Quem começou isso foi o Rei Jigme Singye Wangchuck, que  há 35 anos tornou-se o quarto rei do Butão, com apenas 18 anos de idade.

O Rei Jigme, que foi educado no Reino Unido, é muito querido pelo povo, que não tem uma só palavra de crítica ou censura a ele. No dia de sua posse, ele disse que “A felicidade interna bruta é muito mais importante do que o produto interno bruto”. Sua ideia é que o modo de medir o progresso não deve ser baseado apenas no fluxo de dinheiro. Uma sociedade só se desenvolve verdadeiramente quando os avanços material e espiritual se complementam e reforçam um ao outro. Cada passo de uma sociedade deve ser avaliado em função não apenas do rendimento econômico, mas também se ele leva ou não à felicidade. É o bem comum em primeiro lugar.

O fato de o país ser de maioria budista ajuda a explicar o sucesso dessa filosofia e prática de governo. Outro fator que contribuiu foi o relativo isolamento do Butão quanto ao resto do mundo. A televisão e a internet chegaram ao país apenas em 1999. Thimpu é a única capital do mundo sem semáforos, e o aeroporto internacional tem apenas uma pista.

Ninho do Tigre - Butão (foto de José Eduardo de Sousa Cruz Rocha)

Ninho do Tigre - Butão (foto de José Eduardo de Sousa Cruz Rocha)

Para o Butão, os quatro pilares que devem inspirar cada política do governo são:

  1. Um desenvolvimento sócio-econômico sustentável e equitativo
  2. A preservação e promoção da cultura
  3. A conservação do meio ambiente
  4. O bom governo

Para garantir que as decisões do governo estão indo na direção certa, os cidadãos butaneses  respondem um questionário a cada dois anos, com perguntas sobre como o cidadão percebe sua vida em nove áreas principais. A análise das respostas indica se o povo está se sentindo feliz, e quais áreas merecem mais atenção por parte do governo. O questionário é a base para o cálculo do índice de Felicidade Interna Bruta.

O Butão é um país pequeno, com apenas 700 mil habitantes, e sua economia depende da energia hidráulica e do turismo sustentável. O país recebe ajuda externa, há pouca corrupção, e ainda assim em 2007 o Butão foi a segunda economia que mais rápido cresceu no mundo.

Apesar da receita butanesa não ser exportável, ela serve para inspirar outros países a repensar as decisões de seus governos. Se o FIB não pode ser usado pelos países ocidentais para medir o grau de felicidade e saúde de seus cidadãos, tampouco o PIB serve para isso.

Vivemos em sociedades altamente competitivas, e estamos sempre correndo atrás de algo - correndo para pagar as contas, para alimentar nossos filhos, para manter o emprego, para conseguir um emprego, para fazer mais um curso, para manter a cabeça fora d´água. E o resultado reflete-se na nossa saúde e em nossa falta de felicidade.

Talvez se tomarmos consciência disso e mudarmos individualmente, se cobrarmos de nossos governantes uma maior transparência e atitudes que beneficiem a todos em vez de a uma minoria privilegiada, se participarmos mais - seja através do voto, de nossas opiniões, de trabalhos voluntários - talvez consigamos dar o primeiro passo em direção a uma sociedade menos violenta, e mais saudável e feliz.

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Para saber mais:

Publicado em Março - 17 - 2010

Os subsídios agrícolas, o Big Mac e a salada

(artigo publicado no Alma Carioca em 13/03/2010)

Um interessante artigo do site AlterNet levanta uma questão no mínimo preocupante: nos EUA, é mais barato comer um hambúrguer do que uma salada devido aos grandes subsídios oferecidos pelo governo norte-americano aos produtores de carnes e laticínios. O gráfico abaixo mostra que esses produtos recebem 73,80% dos subsídios governamentais, enquanto cereais recebem 13,23% e frutas e vegetais, apenas 0,37%.

Ao comparar as duas pirâmides do gráfico, vemos que a dieta saudável e ideal deveria ser composta de cereais, vegetais e frutas, e que os produtos proteicos, geralmente de origem animal, deveriam responder por uma pequena parte da dieta.

Entretanto, devido à disparidade de preços, famílias americanas com poucos recursos ingerem mais fast-food que deveriam, simplesmente porque esses alimentos são mais baratos e de fácil acesso que frutas e vegetais. Infelizmente, a diferença será gasta mais adiante, em médicos e remédios.

A procura por alimentos orgânicos e locais ainda está limitada aos que têm condições financeiras para buscar uma alimentação mais saudável; a população menos informada e com menos recursos (e tempo para cozinhar em casa) acaba ingerindo uma dieta rica em proteínas, gordura e carboidratos simples, que somados à falta de atividade física, levam aos altos índices de obesidade que afetam especialmente os menos favorecidos.

Na raiz desse problema está a legislação “Farm bill”, que fornece bilhões de dólares em subsídios, cuja maior parte vai para grandes agronegócios que produzem milho, soja, trigo, algodão e arroz; os dois primeiros são usados na alimentação do gado. No final, esses subsídios “agrícolas” vão mesmo para a produção de carne.

Por outro lado, agricultores que produzem frutas e vegetais recebem menos de 1 por cento da ajuda do governo. O subsídio incluído na Farm Bill foi criado como um programa temporário em 1996, mas foi mantido pelas farm bills de 2002 e 2008.

O artigo também alerta que desde 1978 o preço dos refrigerantes caiu 33 por cento enquanto o preço das laranjas subiu 40 por cento. Não foram só esses números que mudaram desde a década de 70: o peso médio de um jovem de 18 anos hoje é 7 kg maior que o de um jovem de 18 anos no fim dos anos 70. O peso médio de uma mulher de 60 anos hoje é 9 kg maior que o de uma mulher de 60 anos no fim dos anos 70. O peso médio de um homem hoje tem 11 kg a mais. Os americanos estão ficando mais gordos e menos saudáveis.

Mas os grandes produtores de alimentos não são os únicos beneficiados pela política de subsídios governamentais norte-americanos; no capítulo mais recente da disputa entre o governo dos EUA e a Organização Mundial do Comércio (OMC), o Brasil recebeu autorização da OMC para retaliar os EUA pelos prejuízos causados pelos subsídios aos produtores de algodão. A China é o maior produtor mundial de algodão, enquanto EUA estão em segundo lugar e o Brasil é o quinto da lista.

Os subsídios têm prejudicado a exportação de algodão pelos outros países, favorecendo os EUA na concorrência, pois seus preços caem artificialmente e provocam a queda dos preços internacionais dos produtos. Com a retaliação, que deve se iniciar em abril, diversos tipos de produtos importados dos EUA terão aumento nos impostos de importação. A medida afeta principalmente artigos de luxo como automóveis, eletrônicos e cosméticos, mas também o trigo.

Antes de 1996, os produtores agrícolas recebiam subsídios com base no tipo de colheita e nos preços de mercado. Tal política fazia que os agricultores decidissem o que plantar com base mais na política do governo que nas demandas do mercado. A reforma “Freedom to Farm”, aprovada naquele ano, separou os subsídios daquelas condições. A partir daí, os agricultores recebiam valores fixos, sem importar o que fosse plantado. Com o tempo, a maior porcentagem dos recursos ficou nas mãos de poucos grandes produtores.

No início de 2009 o presidente Obama havia declarado o corte dos pagamentos diretos aos produtores agrícolas mais ricos (com ganhos de mais de $ 500 mil dólares por ano), a redução de subsídios para seguro rural e a eliminação de créditos para o armazenamento de algodão para o orçamento de 2010. A decisão da OMC indica que ele não cumpriu com essas determinações.

O Congresso dos EUA rejeitou por duas vezes o veto do presidente Obama à Farm Bill de 2008. No início de março deste ano, o Senado norte-americano aprovou um aumento no teto do subsídio a ser recebido individualmente pelos agricultores. O valor aprovado é de até 360 mil dólares por ano para cada produtor.

Como comparação, o maior gasto com subsídio agrícola no Brasil é na complementação da taxa de juros devida pelo agricultor aos bancos. Essa ajuda chega a R$ 60 bilhões por ano.

Os Estados Unidos e a Europa, que seriam grandes mercados para nossos produtos agrícolas, subsidiam seus produtores e suas exportações, o que gera uma concorrência desleal com países que não têm essa ajuda de seus governos. Ao mesmo tempo, exigem a abertura de nosso mercado.

No artigo do site MX Trading, o Prof. de Economia Rural da UFP, Eugênio Stefanello, diz que “os Estados Unidos não se constrangem em violar as normas do comércio internacional quando querem beneficiar seus produtores e chama isto de segurança alimentar ou promoção do desenvolvimento econômico interno. Os americanos já anunciaram que vão continuar subsidiando a sua agricultura e que querem aumentar suas exportações do agronegócio”.

O Prof Stefanello afirma que ao Brasil resta buscar, através da OMC, o cumprimento das normativas internacionais, e que a estratégia que vem sendo usada pelo nosso Ministério da Agricultura é o melhor meio de enfrentar essa concorrência. O setor privado deveria aumentar a produtividade, reduzindo custos e melhorando a qualidade de seus produtos. O setor público deveria adotar uma política agrícola baseada na estabilização da renda, reduzindo a carga tributária, facilitando o transporte e simplificando a burocracia e negociando a redução de barreiras impostas pelos outros países à importação de produtos brasileiros.

O Brasil hoje exporta principalmente para a China, EUA e Europa; com essas medidas e o combate à política de subsídios usada pelos outros países, as exportações brasileiras poderiam crescer, o que seria bom para o PIB brasileiro e, por que não, para a dieta dos norte-americanos. Afinal, um sanduíche (não necessariamente hambúrguer) acompanhado de uma boa saladinha é bem melhor e mais saudável, não?

Para saber mais:

Publicado em Março - 14 - 2010

Semana do Rato

  • Biblioteca de NY vira refúgio durante a crise econômica; o artigo de Lúcia Guimarães (Estadão) conta que o número de visitas à biblioteca pública de Nova Iorque aumentou no último ano: foram 40 milhões de visitas em 2009, entre desempregados buscando auxílio para fazer o currículo, crianças cujos pais perderam acesso a babás e creches e pessoas que fazem empréstimos de livros físicos e digitais, ou os leem no confortável Rose Reading Room (veja o vídeo mostrando a sala).

O artigo traz uma entrevista com Paul LeClerc, diretor da Biblioteca, que discute a parceria com o Google para digitalização de obras em domínio público, o dilema da preservação da cultura daqui para a frente e o papel das bibliorecas em economias emergentes. Vale a pena ler! (via @Shoujofan, RT de @memoriaviva)

  • Depois do Oscar, vem o Troféu PdUBT: a @lunaomi analisa os erros e acertos do tapete vermelho com o bom humor de sempre. Adorei o ‘troféu Origami’ e o ‘troféu Yacht Club’… :-)
  • Sniffing out bedbugs: cães são usados na localização e combate aos percevejos (bedbugs) em Nova Iorque; depois da proibição do uso de inseticidas como o DDT, os percevejos tornaram-se uma praga que infesta os imóveis novaiorquinos. Cães de abrigo treinados apresentam 96% de acerto na localização dos insetos.

Ao localizar um foco de infestação o cão dá o alerta, por exemplo batendo com a patinha no colchão. Os donos dos cães precisam assumir um compromisso não muito agradável: manter os percevejos em casa e deixar-se morder por eles de vez em quando, pois os bichos sobrevivem apenas por algum tempo alimantando-se de sangue humano. Um pequeno sacrifício que resulta em uma grande ajuda.

Além de percevejos, os cães treinados na J&K Canine Academy também localizam cupins, bombas e alguns tipos de câncer. (via @MotherNatureNet)

  • Para rir (de nós mesmos): Tabela de equivalência de tempo na Internet (via @vitorhugobr) Como diz o Vitor, “Fala se não é verdade? No twitter é o que mais se vê, rs.” Também acho! (quem nunca disse “um segundinho!”?)
  • Agora, falando sério: a @samegui escreveu um artigo muito interessante sobre a gravidez e o parto de cadeirantes; ao contrário do que se pode imaginar, a mulher cadeirante pode sim ter vida sexual ativa e ser mãe, mas é preciso tomar alguns cuidados especiais. Vale a pena ler.
  • Por que um Big Mac custa mais caro do que uma salada nos EUA? o artigo do AlterNet mostra que os enormes subsídios oferecidos pelo governo norte-americano aos produtos de origem animal (carne, laticínios) e a falta dos mesmos subsídios para frutas e vegetais garantem o hambúrguer baratinho e dificultam o consumo de vegetais, que deveriam ser a base de uma dieta saudável. Não é a toa que os níveis de obesidade nos EUA são alarmantes. Mas esse não é o único problema causado pelos subsídios. Mais detalhes sobre esse assunto no meu artigo publicado no Alma Carioca, “Os subsídios agrícolas, o Big Mac e a salada”.

  • Amigos lançam selo de livros e faturam R$ 220 mil com apenas uma obra: conheça a história dos amigos Alexandre Ottoni e Deive Pazos, que se uniram ao amigo e autor Eduardo Spohr para criar o selo editorial Nerdbooks em 2009. Com apenas um livro publicado, “A batalha do apocalipse”, o trio já faturou alto e tem recebido propostas de outros autores inciantes. Eles pretendem editar outros livros que tenham potencial de vendas dentro do nicho deles.

Leia a história completa no artigo de Marcus Vinicius Pileggi no site Pequenas Empresas, Grandes Negócios.

  • Lembram daquele programa “Acredite se quiser”, apresentado pelo finado Jack Palance? o @fwtoogood (do blog Ideiafix) conta a história do criador do “believe it or not” original, Robert Ripley. As histórias são incríveis, não deixe de ver.


Um ótimo domingo a todos!!

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